No decorrer deste semestre sempre postei no blog notícias e informações, sobre o âmbito masculino, mas hoje escrevo algo que sai um pouco do Universo Masculino.
Mulher o que dizer, apenas que sem elas não estaríamos aqui, muitas vezes nos achamos superiores a elas, mas sabemos que em algum momento de nossa vida vamos precisar delas, para nos guiar, dar conselhos e brotar um sentimento puro dentro de nós, como o amor.
Poema: Mulher
Ó, mulher, de onde tu vens com este semblante tão triste!Sem ter um sorriso nos lábios, sofreu preconceito Ficou desamparada em busca de amor para viver!Como se não existissem, de qualquer jeito Dentro de uma sociedade paternalista.
Ó, mulher, de onde tu vens, com esta coragem para lutar!Enfrenta todos os problemas, para o teu espaço conquistar Mulheres de todas as raças que assumem o seu ideal!É mulher negra trabalhadora, é raça branca e morena Tiro o meu chapéu tanto para a grande quanto para a pequena.
Ó, mulher, de onde tu vens com estas mãos calejadas!É a mulher do trabalho, a negra dos canaviais Mulher sem liberdade vivendo trabalho escravo Explorada, injustiçada como tráfico de mercadoria Mulher não é pra ser explorada, e sim viver com alegria.
Ó, mulher, de onde vens, com esta imagem feminina!Que alegra em ser mãe, mas que um dia foi menina Dedica o teu tempo aos trabalhos do dia-a-dia Mulher que luta na vida à procura da dignidade para viver!Mulher tem que ser respeitada para que esteja sempre em harmonia.
Antes, a mulher não tinha lugar nem vez na sociedade!Hoje, ela está conquistando o seu lugar, seu trabalho Percebe-se ainda o massacre das “nossas mulheres”Que ainda sofrem as conseqüências desastrosas e desumanas Mas o que importa é que elas buscam seus objetivos e valores sociais.
Ó, mulher, de onde tu vens, cheia de gestos revigorantes!Mulher semente da história humana, de vida e valor maior Que tua imagem seja o reflexo da liberdade e não da prisão Que tu, ó mulher, possas acreditar na força do teu vigor Apesar de tanta dor, tu possas sempre acreditar neste nome mulher.
de Lely Almeida de OliveiraBelo Horizonte - MG
http://www.mundojovem.pucrs.br/poema-mulher-30.php
Por meio desta homenagem, digo parabéns para a Agência Jano Rp, que souberam conduzir muito bem o stand que tinha o tema “Violência Doméstica” e esse trabalho trouxe-me muitas lições.
Obrigado
.Agência Jano Rp.
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
.Esporte.
Ta, eu sei que o meu tema é esportes. Mas como semana passada eu falei sobre um esporte feminino, já fazendo homenagem às mulheres, hoje eu resolvi fazer uma outra homenagem e postar um texto do Luiz Fernando Veríssimo que mostra bem como é a mulher. Eu espero que de tudo certo amanhã. Depois de tanta batalha, nada melhor como ver seu projeto pronto. Deu briga, deu amizade e com certeza dará orgulho.
Me sinto muito feliz de ter passado esse tempo com essa agencia, acho que não poderia ser melhor, afinal 9 mulheres incríveis e o Hélio de mascote né. Agradeço a vocês da agencia por tudo o que aconteceu esse semestre, e esse texto dedico a nós, mulheres de coragem, mulheres vitoriosas e espero que esse seja apenas o começo de uma sensibilização com o assunto de violência doméstica que acontece tanto no país.
* Mulheres
Certo dia parei para observar as mulheres e só pude concluir uma coisa: elas não são humanas. São espiãs. Espiãs de Deus, disfarçadas entre nós. Pare para refletir sobre o sexto-sentido. Alguém duvida de que ele exista? E como explicar que ela saiba exatamente qual mulher, entre as presentes, em uma reunião, seja aquela que dá em cima de você? E quando ela antecipa que alguém tem algo contra você, que alguém está ficando doente ou que você quer terminar o relacionamento? E quando ela diz que vai fazer frio e manda você levar um casaco? Rio de Janeiro, 40 graus, você vai pegar um avião pra São Paulo. Só meia hora de vôo. Ela fala pra você levar um casaco, porque "vai fazer frio". Você não leva. O que acontece? O avião fica preso no tráfego, em terra, por quase duas horas, depois que você já entrou, antes de decolar. O ar condicionado chega a pingar gelo de tanto frio que faz lá dentro! "Leve um sapato extra na mala, querido. Vai que você pisa numa poça..." Se você não levar o "sapato extra", meu amigo, leve dinheiro extra para comprar outro. Pois o seu estará, sem dúvida, molhado... O sexto-sentido não faz sentido! É a comunicação direta com Deus! Assim é muito fácil... As mulheres são mães! E preparam, literalmente, gente dentro de si. Será que Deus confiaria tamanha responsabilidade a um reles mortal? E não satisfeitas em gerar a vida, elas insistem em ensinar a vivê-la, de forma íntegra, oferecendo amor incondicional e disponibilidade integral. Fala-se em "praga de mãe", "amor de mãe", "coração de mãe"... Tudo isso é meio mágico... Talvez Ele tenha instalado o dispositivo "coração de mãe" nos "anjos da guarda" de Seus filhos (que, aliás, foram criados à Sua imagem e semelhança). As mulheres choram. Ou vazam? Ou extravasam? Homens também choram, mas é um choro diferente. As lágrimas das mulheres têm um não sei quê que não quer chorar, um não sei quê de fragilidade, um não sei quê de amor, um não sei quê de tempero divino, que tem um efeito devastador sobre os homens... É choro feminino. É choro de mulher... Já viram como as mulheres conversam com os olhos? Elas conseguem pedir uma a outra para mudar de assunto com apenas um olhar. Elas fazem um comentário sarcástico com outro olhar. E apontam uma terceira pessoa com outro olhar. Quantos tipos de olhar existem? Elas conhecem todos... Parece que freqüentam escolas diferentes das que freqüentam os homens! E é com um desses milhões de olhares que elas enfeitiçam os homens.
En-fei-ti-çam! E tem mais! No tocante às profissões, por que se concentram nas áreas de Humanas? Para estudar os homens, é claro! Embora algumas disfarcem e estudem Exatas...Nem mesmo Freud se arriscou a adentrar nessa área. Ele, que estudou, como poucos, o comportamento humano, disse que a mulher era "um continente obscuro". Quer evidência maior do que essa? Qualquer um que ama se aproxima de Deus. E com as mulheres também é assim. O amor as leva para perto dele, já que Ele é o próprio amor. Por isso dizem "estar nas nuvens", quando apaixonadas. É sabido que as mulheres confundem sexo e amor. E isso seria uma falha, se não obrigasse os homens a uma atitude mais sensível e respeitosa com a própria vida. Pena que eles nunca verão as mulheres-anjos que têm ao lado. Com todo esse amor de mãe, esposa e amiga, elas ainda são mulheres a maior parte do tempo. Mas elas são anjos depois do sexo-amor. É nessa hora que elas se sentem o próprio amor encarnado e voltam a ser anjos. E levitam. Algumas até voam. Mas os homens não sabem disso. E nem poderiam. Porque são tomados por um encantamento que os faz dormir nessa hora..." Luis Fernando Veríssimo
Me sinto muito feliz de ter passado esse tempo com essa agencia, acho que não poderia ser melhor, afinal 9 mulheres incríveis e o Hélio de mascote né. Agradeço a vocês da agencia por tudo o que aconteceu esse semestre, e esse texto dedico a nós, mulheres de coragem, mulheres vitoriosas e espero que esse seja apenas o começo de uma sensibilização com o assunto de violência doméstica que acontece tanto no país.
* Mulheres
Certo dia parei para observar as mulheres e só pude concluir uma coisa: elas não são humanas. São espiãs. Espiãs de Deus, disfarçadas entre nós. Pare para refletir sobre o sexto-sentido. Alguém duvida de que ele exista? E como explicar que ela saiba exatamente qual mulher, entre as presentes, em uma reunião, seja aquela que dá em cima de você? E quando ela antecipa que alguém tem algo contra você, que alguém está ficando doente ou que você quer terminar o relacionamento? E quando ela diz que vai fazer frio e manda você levar um casaco? Rio de Janeiro, 40 graus, você vai pegar um avião pra São Paulo. Só meia hora de vôo. Ela fala pra você levar um casaco, porque "vai fazer frio". Você não leva. O que acontece? O avião fica preso no tráfego, em terra, por quase duas horas, depois que você já entrou, antes de decolar. O ar condicionado chega a pingar gelo de tanto frio que faz lá dentro! "Leve um sapato extra na mala, querido. Vai que você pisa numa poça..." Se você não levar o "sapato extra", meu amigo, leve dinheiro extra para comprar outro. Pois o seu estará, sem dúvida, molhado... O sexto-sentido não faz sentido! É a comunicação direta com Deus! Assim é muito fácil... As mulheres são mães! E preparam, literalmente, gente dentro de si. Será que Deus confiaria tamanha responsabilidade a um reles mortal? E não satisfeitas em gerar a vida, elas insistem em ensinar a vivê-la, de forma íntegra, oferecendo amor incondicional e disponibilidade integral. Fala-se em "praga de mãe", "amor de mãe", "coração de mãe"... Tudo isso é meio mágico... Talvez Ele tenha instalado o dispositivo "coração de mãe" nos "anjos da guarda" de Seus filhos (que, aliás, foram criados à Sua imagem e semelhança). As mulheres choram. Ou vazam? Ou extravasam? Homens também choram, mas é um choro diferente. As lágrimas das mulheres têm um não sei quê que não quer chorar, um não sei quê de fragilidade, um não sei quê de amor, um não sei quê de tempero divino, que tem um efeito devastador sobre os homens... É choro feminino. É choro de mulher... Já viram como as mulheres conversam com os olhos? Elas conseguem pedir uma a outra para mudar de assunto com apenas um olhar. Elas fazem um comentário sarcástico com outro olhar. E apontam uma terceira pessoa com outro olhar. Quantos tipos de olhar existem? Elas conhecem todos... Parece que freqüentam escolas diferentes das que freqüentam os homens! E é com um desses milhões de olhares que elas enfeitiçam os homens.
En-fei-ti-çam! E tem mais! No tocante às profissões, por que se concentram nas áreas de Humanas? Para estudar os homens, é claro! Embora algumas disfarcem e estudem Exatas...Nem mesmo Freud se arriscou a adentrar nessa área. Ele, que estudou, como poucos, o comportamento humano, disse que a mulher era "um continente obscuro". Quer evidência maior do que essa? Qualquer um que ama se aproxima de Deus. E com as mulheres também é assim. O amor as leva para perto dele, já que Ele é o próprio amor. Por isso dizem "estar nas nuvens", quando apaixonadas. É sabido que as mulheres confundem sexo e amor. E isso seria uma falha, se não obrigasse os homens a uma atitude mais sensível e respeitosa com a própria vida. Pena que eles nunca verão as mulheres-anjos que têm ao lado. Com todo esse amor de mãe, esposa e amiga, elas ainda são mulheres a maior parte do tempo. Mas elas são anjos depois do sexo-amor. É nessa hora que elas se sentem o próprio amor encarnado e voltam a ser anjos. E levitam. Algumas até voam. Mas os homens não sabem disso. E nem poderiam. Porque são tomados por um encantamento que os faz dormir nessa hora..." Luis Fernando Veríssimo
.Dança e Teatro.
Amanhã será o grande dia para a realização de todos os integrantes da Agência Jano. Depois de um semestre se dedicando arduamente para este blog e para o nosso projeto em prol da Instituição Vem Maria, a ação será apresentada amanhã na Universidade Metodista para todos os alunos.
Nós nos empenhamos tanto, nos envolvemos, esforçamos e nos dedicamos inteiramente a este projeto, o grupo que era fragmentado se uniu com um único objetivo, abraçar este tema e transmitir a quantas pessoas fosse possível. Durante este processo houve brigas, conflitos, contradições, mas acima de tudo houve crescimento, aprendizado, conscientização de dramas vividos por muitas mulheres no mundo inteiro e principalmente a firmação de grandes e verdadeiras amizades.
Depois de nos interar do tema, entender o objetivo estipulado por nosso orientador, coube a nós decidir qual seria a melhor maneira de realizarmos esta ação, como chamar a atenção? E foi exatamente a arte que predominou nesta resposta, vamos usufruir dos movimentos, das interpretações, dos sentimentos, da coreografia, da dramatização para reproduzir a realidade e atingir nosso público, vamos emocionar e abrir a visão das pessoas que passarem por nós.
Preferimos trabalhar com mães para nosso desfile/manifestação, justamente para evitar a idéia do surreal, são mulheres que nunca fizeram nada, nenhuma aula de dança, modelo ou teatro, mas que durante os ensaios enquadraram-se perfeitamente na imagem que queremos passar, muito mais do que qualquer bailarina, modelo profissional ou atriz fosse capaz.
A mulher tem o dom, não é necessário ensinar, a leveza e a percepção para os detalhes já nasce com ela. Ao nosso ponto de vista, estamos conseguindo fazer tudo o que estabelecemos.
“MERDA PRA NÓS!”
Nós nos empenhamos tanto, nos envolvemos, esforçamos e nos dedicamos inteiramente a este projeto, o grupo que era fragmentado se uniu com um único objetivo, abraçar este tema e transmitir a quantas pessoas fosse possível. Durante este processo houve brigas, conflitos, contradições, mas acima de tudo houve crescimento, aprendizado, conscientização de dramas vividos por muitas mulheres no mundo inteiro e principalmente a firmação de grandes e verdadeiras amizades.
Depois de nos interar do tema, entender o objetivo estipulado por nosso orientador, coube a nós decidir qual seria a melhor maneira de realizarmos esta ação, como chamar a atenção? E foi exatamente a arte que predominou nesta resposta, vamos usufruir dos movimentos, das interpretações, dos sentimentos, da coreografia, da dramatização para reproduzir a realidade e atingir nosso público, vamos emocionar e abrir a visão das pessoas que passarem por nós.
Preferimos trabalhar com mães para nosso desfile/manifestação, justamente para evitar a idéia do surreal, são mulheres que nunca fizeram nada, nenhuma aula de dança, modelo ou teatro, mas que durante os ensaios enquadraram-se perfeitamente na imagem que queremos passar, muito mais do que qualquer bailarina, modelo profissional ou atriz fosse capaz.
A mulher tem o dom, não é necessário ensinar, a leveza e a percepção para os detalhes já nasce com ela. Ao nosso ponto de vista, estamos conseguindo fazer tudo o que estabelecemos.
“MERDA PRA NÓS!”
terça-feira, 27 de novembro de 2007
.Relações Públicas.
Neste post não falarei diretamente das Relações Públicas em crises organizacionais. É engraçado como na vida passamos por tantas situações, problemas e não demos conta que isso é uma crise. Crise significa uma deficiência em algo, ou projeto e outros. Na agência Jano com o projeto para a Instituição “Vem Maria” passamos por alguns problemas, ou seja, uma crise.
O que foi este problema?
Não foi liberado o Campus para a realização do dia de ação para a instituição.
Os alunos já haviam realizados os projetos apresentados para o professor, e corrido atrás de patrocínios e recursos para tal realização. Quando recebemos a notícia que veio gerar essa crise, faltava em média duas semanas.
O que foi feito?
Foi realizada uma conversa com os professores, juntos com os representantes de todos os grupos.
Nessa conversa foi jogada a “bomba” para o professor JET. Segundo o professor João Evangelista Teixeira ao explicar sexta-feira para nós alunos, quando se deu conta que os alunos se envolveram de tal forma com o trabalho proposto, pensou “tenho que fazer algo”. Foi quando usou de estratégia e veio a conversar com o Sr. Henrique Administrador do Campus “Rudge Ramos” para a liberação do dia da ação para as instituições.
E sexta-feira dia 23/11/2007 em sua aula, deu a resposta que não só o campus foi liberado, como vai nós ajudar com materiais para a realização do projeto.
Foi quando o professor levantou líderes para cuidar da realização do evento. E conversou com cada grupo para uma maior organização e determinação de locais e materiais.
Nessa ultima semana de organização dos projetos os grupos vêm correndo e se organizando para o DIA DA AÇÃO. É com muito orgulho que vamos realizar nosso evento e convidamos você a participar dele. Lembrando que nele não houve só um planejamento, como também uma crise superada, e com positivas circunstancias.
“Chega de Violência contra a mulher, nós abraçamos essa causa, só falta você!”
Marina Sato
Referencias: Cotidiano da agência Jano.
O que foi este problema?
Não foi liberado o Campus para a realização do dia de ação para a instituição.
Os alunos já haviam realizados os projetos apresentados para o professor, e corrido atrás de patrocínios e recursos para tal realização. Quando recebemos a notícia que veio gerar essa crise, faltava em média duas semanas.
O que foi feito?
Foi realizada uma conversa com os professores, juntos com os representantes de todos os grupos.
Nessa conversa foi jogada a “bomba” para o professor JET. Segundo o professor João Evangelista Teixeira ao explicar sexta-feira para nós alunos, quando se deu conta que os alunos se envolveram de tal forma com o trabalho proposto, pensou “tenho que fazer algo”. Foi quando usou de estratégia e veio a conversar com o Sr. Henrique Administrador do Campus “Rudge Ramos” para a liberação do dia da ação para as instituições.
E sexta-feira dia 23/11/2007 em sua aula, deu a resposta que não só o campus foi liberado, como vai nós ajudar com materiais para a realização do projeto.
Foi quando o professor levantou líderes para cuidar da realização do evento. E conversou com cada grupo para uma maior organização e determinação de locais e materiais.
Nessa ultima semana de organização dos projetos os grupos vêm correndo e se organizando para o DIA DA AÇÃO. É com muito orgulho que vamos realizar nosso evento e convidamos você a participar dele. Lembrando que nele não houve só um planejamento, como também uma crise superada, e com positivas circunstancias.
“Chega de Violência contra a mulher, nós abraçamos essa causa, só falta você!”
Marina Sato
Referencias: Cotidiano da agência Jano.
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
. Agência Jano.
Para a finalização do projeto do dia da ação da Agência Jano, a Agência foi bater mais um papo com a Instituição “Vem Maria”. Representada por Hélio e Marina. Que novamente fomos saudados de uma forma muito carismático e cheia de informações ricas e “bem nutridas” por Paulo, que é o psicólogo da Instituição.
Nesta conversa muito bacana que nos envolveu no assunto, nós conversamos sobre vários casos de violência contra a mulher. Importante lembrar que a cada conversa cresce nossa visão sobre o tema, e a importância da conscientização.
Mas do que nunca a Agência com mais uma visita toma força e vai á frente para fazer a divulgação de uma tema tão importante e essencial.
Tomamos também conhecimento da divulgação das Instituições que cuidam de casos de mulheres que sofrem violência, como a importância de mostrar o tema “ Mulheres Violentadas”. Vimos que com a conscientização não só ganhamos ponto em nosso curso, mas ajudamos para a construção de um futuro. O impacto não é no exato momento, mas com o decorrer do tempo, as pessoas tomam conta desse problema.
Nosso público é os universitários da Universidade Metodista de São Paulo, que hoje são jovens (em sua maioria), mas no futuro serão adultos, lideres.
Nosso foco do nosso evento é impactar os jovens da Universidade para que no futuro não venhamos a sofrer com tal problema.
Estamos lutando muito para a realização do evento, são feitas reuniões diariamente. E uma busca cada vez maior para que o evento venha impactar essa geração. Abraçamos essa causa, só falta você.
Agência Jano
Nesta conversa muito bacana que nos envolveu no assunto, nós conversamos sobre vários casos de violência contra a mulher. Importante lembrar que a cada conversa cresce nossa visão sobre o tema, e a importância da conscientização.
Mas do que nunca a Agência com mais uma visita toma força e vai á frente para fazer a divulgação de uma tema tão importante e essencial.
Tomamos também conhecimento da divulgação das Instituições que cuidam de casos de mulheres que sofrem violência, como a importância de mostrar o tema “ Mulheres Violentadas”. Vimos que com a conscientização não só ganhamos ponto em nosso curso, mas ajudamos para a construção de um futuro. O impacto não é no exato momento, mas com o decorrer do tempo, as pessoas tomam conta desse problema.
Nosso público é os universitários da Universidade Metodista de São Paulo, que hoje são jovens (em sua maioria), mas no futuro serão adultos, lideres.
Nosso foco do nosso evento é impactar os jovens da Universidade para que no futuro não venhamos a sofrer com tal problema.
Estamos lutando muito para a realização do evento, são feitas reuniões diariamente. E uma busca cada vez maior para que o evento venha impactar essa geração. Abraçamos essa causa, só falta você.
Agência Jano
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
.Esporte.
Nado Sincronizado
Pois é, hoje eu vou falar de um esporte praticado apenas por mulheres: o Nado Sincronizado.
O nado sincronizado é uma mistura do ballet clássico com a natação, onde as atletas concorrem em solo, dueto, ou em equipes de oito integrantes. São avaliadas pela técnica e criatividade, onde têm figuras obrigatórias e livres para realizar.
A primeira participação da modalidade em Jogos Pan-Americanos aconteceu a partir de 1955. Cada equipe realiza duas apresentações: uma rotina técnica (com elementos obrigatórios, previstos nas regras da FINA) e uma livre, sem restrições quanto à escolha da música. A primeira precisa ser executada em um tempo máximo de dois minutos e 50 segundos e a segunda em até quatro minutos. Os tempos para apresentação dos duetos são menores (dois minutos e 20 segundos e três minutos e 30 segundos).
O nado sincronizado além de toda técnica que utiliza, também aproveita de umas das coisas que as mulheres mais têm: a leveza, elegância e principalmente o jeito sutil de se apresentar. Uma das coisas mais bonitas de se assistir é uma apresentação de nado sincronizado.
O texto fico pequeninho, mas o suficiente para mostrar o tamanho da importância que as mulheres têm no esporte. É só ver o time feminino de futebol, elas estão melhores que o time masculino, hehehe...
Pois é, hoje eu vou falar de um esporte praticado apenas por mulheres: o Nado Sincronizado.
O nado sincronizado é uma mistura do ballet clássico com a natação, onde as atletas concorrem em solo, dueto, ou em equipes de oito integrantes. São avaliadas pela técnica e criatividade, onde têm figuras obrigatórias e livres para realizar.
A primeira participação da modalidade em Jogos Pan-Americanos aconteceu a partir de 1955. Cada equipe realiza duas apresentações: uma rotina técnica (com elementos obrigatórios, previstos nas regras da FINA) e uma livre, sem restrições quanto à escolha da música. A primeira precisa ser executada em um tempo máximo de dois minutos e 50 segundos e a segunda em até quatro minutos. Os tempos para apresentação dos duetos são menores (dois minutos e 20 segundos e três minutos e 30 segundos).
O nado sincronizado além de toda técnica que utiliza, também aproveita de umas das coisas que as mulheres mais têm: a leveza, elegância e principalmente o jeito sutil de se apresentar. Uma das coisas mais bonitas de se assistir é uma apresentação de nado sincronizado.
O texto fico pequeninho, mas o suficiente para mostrar o tamanho da importância que as mulheres têm no esporte. É só ver o time feminino de futebol, elas estão melhores que o time masculino, hehehe...
terça-feira, 20 de novembro de 2007
.Dança e Teatro.
Dança e teatro fazem parte um do outro, não tem como você dançar sem interpretar e não tem como você estar em uma peça teatral sem se movimentar. Para mim, essa concepção se tornou mais verdadeira pelo fato de ter sido a dança o meio que me levou ao teatro.
Eu tinha apenas 8 anos, já dançava de tudo e adorava cantar, fazia testes para alguns comerciais mesmo sem saber a técnica do teatro.
Zhara, a diretora de uma agência, ligou para escola em que eu fazia aula de dança à procura de uma menina que soubesse sapatear e cantar. A professora sabia que eu amava este meio artístico e logo me indicou.
Sem saber exatamente do que se tratava minha mãe me levou àquela agência, era um lugar grande e vazio, não me agradou muito, uma senhora com trajes masculinos e cigarro na mão se aproximou, com uma voz super grossa apresentou-se como Zhara. Ela passou a mão em minha cabeça e me entregou alguns textos. Minha mãe me ajudou a decorar tudo, depois de meia hora fui chamada. Primeiro conversei com ela sobre tudo que gostava de fazer, interpretei os textos e apresentei uma coreografia de sapateado.
Uma semana depois me ligaram.Sim, eu estava aprovada! A idéia éramos fazer uma temporada em Santos para depois vir para São Paulo, era um musical chamado Alô Sampinha, cujo foco a ser trabalhado era o meio ambiente.
Durante 3 meses eu ia todo final de semana para Santos, era um teatro gigante e maravilhoso, eu era a mais novinha do elenco, todos me paparicavam. Foi uma época muito gostosa, eu era uma menina completamente feliz, além de fazer o que gostava, tive um aprendizado imenso e conquistei amigos que estão comigo até hoje.
A princípio, eu tinha apenas uma cena, era a hora em que eu sorria e sapateava, não falava nada, participava de todas as coreografias e atuava como figurante.
Eu tinha uma facilidade muito grande em decorar textos, de tanto assistir os ensaios comecei a saber de cor alguns trechos. Com o roteiro em mãos eu mergulhei naquele texto, passaram-se estes 3 meses de ensaio e eu simplesmente sabia as falas de todos os personagens. Quando alguém faltava eu sempre cobria, mesmo quando era um papel masculino e adulto, chegava a ser engraçado, mas eu conseguia dar conta!
Comecei a ganhar o meu espaço, a diretora passou a valorizar o meu trabalho, o protagonista, Raoni Carneiro, ensaiava comigo e me treinava nos intervalos, ele foi meu grande mestre, me deu todas as dicas necessárias para atuar.
Gradativamente eu fui subindo, foram me passadas algumas falas, depois algumas cenas. Consegui um destaque, era um momento em que formávamos uma pirâmide, eu era a ponta e cantava o hino nacional sem acompanhamento nenhum, todos levávamos o braço direito ao peito e o foco caía sobre mim, era uma cena emocionante!
Chegou o momento em que a figurante virou personagem. Substitui a protagonista um dia em que ela passou mal, todos ficaram impressionados. Eu lembro que tinha uma cena que a personagem precisava chorar, eu não sabia fazer isso e nunca tinha tentado, mas na hora eu estava tão dentro daquela cena que eu chorei, chorei muito, foi uma sensação incrível.
Ela acabou saindo e eu me firmando no lugar dela, não houve brigas, até hoje conversamos, ela reconheceu o meu trabalho, eu seria a protagonista do musical e assim aconteceu. Fizemos apenas uma apresentação em Santos, permanecemos com a temporada por 6 meses em São Paulo, no Teatro São Pedro. Foi uma experiência inesquecível!
Eu tinha apenas 8 anos, já dançava de tudo e adorava cantar, fazia testes para alguns comerciais mesmo sem saber a técnica do teatro.
Zhara, a diretora de uma agência, ligou para escola em que eu fazia aula de dança à procura de uma menina que soubesse sapatear e cantar. A professora sabia que eu amava este meio artístico e logo me indicou.
Sem saber exatamente do que se tratava minha mãe me levou àquela agência, era um lugar grande e vazio, não me agradou muito, uma senhora com trajes masculinos e cigarro na mão se aproximou, com uma voz super grossa apresentou-se como Zhara. Ela passou a mão em minha cabeça e me entregou alguns textos. Minha mãe me ajudou a decorar tudo, depois de meia hora fui chamada. Primeiro conversei com ela sobre tudo que gostava de fazer, interpretei os textos e apresentei uma coreografia de sapateado.
Uma semana depois me ligaram.Sim, eu estava aprovada! A idéia éramos fazer uma temporada em Santos para depois vir para São Paulo, era um musical chamado Alô Sampinha, cujo foco a ser trabalhado era o meio ambiente.
Durante 3 meses eu ia todo final de semana para Santos, era um teatro gigante e maravilhoso, eu era a mais novinha do elenco, todos me paparicavam. Foi uma época muito gostosa, eu era uma menina completamente feliz, além de fazer o que gostava, tive um aprendizado imenso e conquistei amigos que estão comigo até hoje.
A princípio, eu tinha apenas uma cena, era a hora em que eu sorria e sapateava, não falava nada, participava de todas as coreografias e atuava como figurante.
Eu tinha uma facilidade muito grande em decorar textos, de tanto assistir os ensaios comecei a saber de cor alguns trechos. Com o roteiro em mãos eu mergulhei naquele texto, passaram-se estes 3 meses de ensaio e eu simplesmente sabia as falas de todos os personagens. Quando alguém faltava eu sempre cobria, mesmo quando era um papel masculino e adulto, chegava a ser engraçado, mas eu conseguia dar conta!
Comecei a ganhar o meu espaço, a diretora passou a valorizar o meu trabalho, o protagonista, Raoni Carneiro, ensaiava comigo e me treinava nos intervalos, ele foi meu grande mestre, me deu todas as dicas necessárias para atuar.
Gradativamente eu fui subindo, foram me passadas algumas falas, depois algumas cenas. Consegui um destaque, era um momento em que formávamos uma pirâmide, eu era a ponta e cantava o hino nacional sem acompanhamento nenhum, todos levávamos o braço direito ao peito e o foco caía sobre mim, era uma cena emocionante!
Chegou o momento em que a figurante virou personagem. Substitui a protagonista um dia em que ela passou mal, todos ficaram impressionados. Eu lembro que tinha uma cena que a personagem precisava chorar, eu não sabia fazer isso e nunca tinha tentado, mas na hora eu estava tão dentro daquela cena que eu chorei, chorei muito, foi uma sensação incrível.
Ela acabou saindo e eu me firmando no lugar dela, não houve brigas, até hoje conversamos, ela reconheceu o meu trabalho, eu seria a protagonista do musical e assim aconteceu. Fizemos apenas uma apresentação em Santos, permanecemos com a temporada por 6 meses em São Paulo, no Teatro São Pedro. Foi uma experiência inesquecível!
Assinar:
Postagens (Atom)