Independentes no comando.
Hoje aconteceu o VMB (Video Music Brasil), premio de música da MTV. Apesar do público do canal ser em sua grande maioria jovem de classe média, eu acho um prêmio legal, pois dá para ver claramente a preferência musical desse público, no qual eu me incluo.
Entre shows de bandas nacionais (incluindo uma das ultimas apresentações da dupla Sandy e Junior) e da participação de duas atrações internacionais (uma delas o estranhíssimo Marlyn Manson), as dez categorias e seus vencedores eram apresentados. E a surpresa do ano foi que bandas que meses atrás eram independentes, hoje recebiam prêmios e eram aclamados pelo público.
A banda Nx Zero foi a sensação da noite, ganhando nas categorias mais importantes (Hit do ano e Artista do ano) e encerrando a festa com um super show. Eu sou suspeita para falar dessa banda, pois acompanho o trabalho dos meninos desde que eles tocavam em verdadeiros cubículos para 300 pessoas no máximo.
Também fiquei muito orgulhosa em ver Fresno, Strike e o baixista do Hateen recebendo prêmios, pois assim como o Nx Zero, eu tenho certeza do quanto cada uma dessas bandas lutou para chegar a onde estão hoje. Cheguei a sentir que aqueles prêmios eram um pouco meus, afinal, eu participei de boa parte da trajetória dessas bandas e posso afirmar que: ELES MERECIAM!
O evento
Shows de:
*Juliette & The Licks
*Sandy & Junior
*Pitty*
Sandrão & DJ Cia
*Banda dos Sonhos
*Lobão
*Marilyn Manson
*NX Zero
Categorias
*Artista do Ano - NX Zero*Artista Internacional - Red Hot Chili Peppers
*Revelação - Fresno
*Aposta MTV - Strike
*Hit do Ano - NX Zero - Razões e Emoções
*Melhor Show - Cachorro Grande
*Clipe do Ano - Pitty - Na Sua Estante
*Web Hit - Vai Tomar no Cú*Vc Fez: Gabriel Alves (Pitty - "Na Sua Estante")
*Banda dos Sonhos - Pitty (Vocalista) / Fabrízio (Guitarrista / Hateen) / Champignon (Baixista / Revolucionnários) / Japinha (Baterista / CPM 22)
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
.Jano RP.
Projeto de ação conscientizadora
Quem Somos
Somos alunos do 2º semestre de Relações Públicas da Universidade Metodista de São Paulo e fazemos parte da Agência Experimental de Relações Públicas “Jano”.
Justificativa
Colocar em prática os conhecimentos teóricos adquiridos no Curso, através do Projeto da Agência Experimental de Relações Públicas para a disciplina “Textos de Comunicação Dirigida em Relações Públicas”, orientado pelos professores Carlos Straccia e João Evangelista Teixeira.
Objetivos
Elaboração de projeto com o objetivo de realizar uma ação de conscientização dentro da Universidade Metodista.
Estratégias
Conhecer a entidade:
Visita
Pesquisa
Entrevistas com dirigentes, equipe técnica e usuários dos serviços
Depoimentos
Plano de Trabalho
Serão realizadas duas ações. A primeira será uma campanha interna de doação de roupas na Universidade. E a segunda, uma divulgação mais abrangente do tema "Violência Doméstica".
Quem Somos
Somos alunos do 2º semestre de Relações Públicas da Universidade Metodista de São Paulo e fazemos parte da Agência Experimental de Relações Públicas “Jano”.
Justificativa
Colocar em prática os conhecimentos teóricos adquiridos no Curso, através do Projeto da Agência Experimental de Relações Públicas para a disciplina “Textos de Comunicação Dirigida em Relações Públicas”, orientado pelos professores Carlos Straccia e João Evangelista Teixeira.
Objetivos
Elaboração de projeto com o objetivo de realizar uma ação de conscientização dentro da Universidade Metodista.
Estratégias
Conhecer a entidade:
Visita
Pesquisa
Entrevistas com dirigentes, equipe técnica e usuários dos serviços
Depoimentos
Plano de Trabalho
Serão realizadas duas ações. A primeira será uma campanha interna de doação de roupas na Universidade. E a segunda, uma divulgação mais abrangente do tema "Violência Doméstica".
.Cinema.
"Tropa de elite", é o mais novo filme nacional, dirigido por José Padilha, com direito a concorrer o Oscar de melhor filme estrangeiro em 2008, ainda não estreiou nas telonas mas já está em todas as bancas de camelô, o filme parece ter sido roubado e vendido pra pirataria por um PM, comprovando a tese do filme, que aborda como tema principal ações corruptas do BOPE( Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar), protagonizado por Wagner Moura. O diretor, José Padilha, o mesmo do documentário "Ônibus 174", que mostra como o sequestrador do veículo no Rio foi morto em 2000(por homens do Bope dentro do camburão, após ter sido imobilizado), pode alegar que apenas retrata a realidade. "Tropa de Elite", é um filme forte, que choca as pessoas com cenas de torturas. O filme já tem data definida para chegar aos Estados Unidos onde sofrerá adaptações, depois a produtora afirmou que ele será lançado em outros países.
Garanto que ficou curioso assim como eu para ver "Tropa de Elite", ne?!!Então não perca dia 12 de outubro, a estréia desse filme, que já causou tantas polêmicas. Bom divertimento!!
.Relações Públicas.
A conquista pelo seu espaço
Um profissional, que seja de qualquer outra área que não é RP, tem que conquistar seu espaço, mas esse espaço ele não se conquista armando nossas tropas e colocando bandeirinhas para mostrar o local conquistado.
Em nossa profissão esses espaços estão “ocupados”, a função do RP é relacionar-se com os públicos de interesse da organização, e nesse Universo convivem lado a lado os curiosos de Relações Públicas e os profissionais de Relações Públicas.Como por exemplo, um dono de uma loja de roupa se sente um ótimo profissional de Relações Públicas por tratar bem seus clientes e eles estarem satisfeitos; um presidente da empresa “x”considera-se um perfeito “Public Relations” por ligar para o ministro e trocar idéias, informações; um Doutor se sente bem em falar nesses últimos dias tenho sido um grande “RP” por em seus almoços ter sentado com artistas e jornalistas.
Mas em nossas cabeças pensaremos, esses lugares não estão ocupados não, mas já pensou em chegar em um dono de um posto e falar: “olha você precisa ter um profissional de Relações Públicas para estar relacionando-se melhor com seu público” ele dirá: “com certeza, mas por enquanto não tenho verba para investir, eu mesmo vou cuidando deste público, até que tenha um bom dinheiro para pagar um profissional de RP” , ou seja, o lugar esta sendo novamente ocupado, não temos que pensar que o mercado está totalmente aberto a nós temos que pensar como fazer que esses líderes, abra o mercado deles para nós, temos que querer que nossa profissão tenha valor, que seja tão indispensável como qualquer outra, não é qualquer “curioso em RP” que venha ocupar nosso espaço.
A questão é entender nosso público (consumidor de Relações Públicas) e não só ocupar um espaço. Fazer com que este público venha entender e querer resultados e esteja disposto a ceder espaço para quem apresentar uma proposta na qual ele sinta melhores resultados obtidos, e que após essa experiência opte por um profissional de RP, e não um simples “curioso”.
Um profissional, que seja de qualquer outra área que não é RP, tem que conquistar seu espaço, mas esse espaço ele não se conquista armando nossas tropas e colocando bandeirinhas para mostrar o local conquistado.
Em nossa profissão esses espaços estão “ocupados”, a função do RP é relacionar-se com os públicos de interesse da organização, e nesse Universo convivem lado a lado os curiosos de Relações Públicas e os profissionais de Relações Públicas.Como por exemplo, um dono de uma loja de roupa se sente um ótimo profissional de Relações Públicas por tratar bem seus clientes e eles estarem satisfeitos; um presidente da empresa “x”considera-se um perfeito “Public Relations” por ligar para o ministro e trocar idéias, informações; um Doutor se sente bem em falar nesses últimos dias tenho sido um grande “RP” por em seus almoços ter sentado com artistas e jornalistas.
Mas em nossas cabeças pensaremos, esses lugares não estão ocupados não, mas já pensou em chegar em um dono de um posto e falar: “olha você precisa ter um profissional de Relações Públicas para estar relacionando-se melhor com seu público” ele dirá: “com certeza, mas por enquanto não tenho verba para investir, eu mesmo vou cuidando deste público, até que tenha um bom dinheiro para pagar um profissional de RP” , ou seja, o lugar esta sendo novamente ocupado, não temos que pensar que o mercado está totalmente aberto a nós temos que pensar como fazer que esses líderes, abra o mercado deles para nós, temos que querer que nossa profissão tenha valor, que seja tão indispensável como qualquer outra, não é qualquer “curioso em RP” que venha ocupar nosso espaço.
A questão é entender nosso público (consumidor de Relações Públicas) e não só ocupar um espaço. Fazer com que este público venha entender e querer resultados e esteja disposto a ceder espaço para quem apresentar uma proposta na qual ele sinta melhores resultados obtidos, e que após essa experiência opte por um profissional de RP, e não um simples “curioso”.
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
.Dança e Teatro.
Hoje eu vou contar um pouco da minha história dentro da dança e teatro. Minha mãe vivia dizendo que eu nasci dançando, cantando, brilhando nos palcos da vida. Com apenas três anos eu comecei a fazer ballet clássico e jazz, desde então esse mundo me fascina. Algum tempo depois meu foco se expandiu, entrei para o contemporâneo e sapateado. Foram 14 anos consecutivos de muita dedicação, esforço, limites, que se transformaram posteriormente em liberdade, uma realização imensa que não pode ser comparada a nada.
No entanto, os profissionais nem sempre são muito bonzinhos, passei por momentos críticos onde o que eu mais queria era desistir, um clima muito competitivo e exigente. Já voltei chorando muitas vezes pra casa, porque meu corpo não era ideal para dança ou porque eu não conseguia executar da maneira certa determinados exercícios ou porque eu perdia uma coreografia para outra pessoa ou porque não tinha dinheiro suficiente para investir no que eu podia fazer. Na época da separação dos meus pais, fiquei afastada por um mês, mas não consegui parar, a dança era o único lugar em que eu me encontrava, no qual eu podia descarregar meus sentimentos e esquecer do mundo real, foi o suficiente para saber que não conseguiria viver sem ela.
Pelo menos em um grande espetáculo, no Teatro Cultura Artística, eu me apresentava no final do ano. Conheci tantos lugares por meio dança, ela me abriu tantas portas, me levou ao teatro, ao musical e à televisão. Acabei fazendo duas peças teatrais só porque sabia sapatear, de figurante passei à atriz principal, o canto me levou a formação de um grupo musical em que fazíamos constantes shows e algumas apresentações na televisão. Eu subi ao palco 77 vezes com a dança, 39 com o teatro e 8 vezes com a televisão.
Eu construí uma nova família, conheci pessoas que se fizeram essenciais durante a minha trajetória e crescimento. Os ensinamentos que aprendia e vivenciava com a dança foram de suma importância para a minha vida, ela é a única coisa boa que sempre esteve comigo, que eu nunca deixei de gostar. Foram tantas histórias dentro daquele ballet que não há como descrever, bons tempos que eu levo comigo aonde for.
Eu dançava no mínimo seis horas diárias por ano, com apenas um mês de férias. Meus amigos estavam viajando, curtindo e aproveitando, mas quem diz que eu não fiz o mesmo? Foi apenas uma maneira diferente de concretizar isso.
Em 2003 eu me formei como bailarina, foi o meu sonho se tornando realidade, dancei um repertório que eu sempre amei, Farry Doll, um pax de troux aonde eu era a bonequinha e dois palhaçinhos disputavam o amor dela. Treinei exaustivamente, tive que emagrecer muito, meus pais tiveram que investir dinheiro que não tinham, foi um presente em que toda a minha família cooperou e prestigiou o resultado posteriormente. No dia, estavam todos presentes, o ensaio foi horrível, eu estava muito nervosa e morrendo de medo, eu sempre esperei por aquele dia, dancei chorando de emoção, não conseguia ver ninguém na platéia, apenas a minha diretora na cabine por meio de uma luzinha, depois de brigar muito comigo, ela estava sorrindo orgulhosa de mim e pela minha apresentação. Foi muito gratificante ouvir meu nome no final do espetáculo, recebi o diploma e abracei fortemente a minha diretora agradecida pela confiança que depositou em mim, meus pais me olhavam com um sorriso de orelha a orelha, agradeci fazendo reverência até o chão e eles me abraçaram juntos, mais uma vez a dança conseguiu unir minha família, por apenas um instante, mas que para mim, durou uma eternidade.
No entanto, os profissionais nem sempre são muito bonzinhos, passei por momentos críticos onde o que eu mais queria era desistir, um clima muito competitivo e exigente. Já voltei chorando muitas vezes pra casa, porque meu corpo não era ideal para dança ou porque eu não conseguia executar da maneira certa determinados exercícios ou porque eu perdia uma coreografia para outra pessoa ou porque não tinha dinheiro suficiente para investir no que eu podia fazer. Na época da separação dos meus pais, fiquei afastada por um mês, mas não consegui parar, a dança era o único lugar em que eu me encontrava, no qual eu podia descarregar meus sentimentos e esquecer do mundo real, foi o suficiente para saber que não conseguiria viver sem ela.
Pelo menos em um grande espetáculo, no Teatro Cultura Artística, eu me apresentava no final do ano. Conheci tantos lugares por meio dança, ela me abriu tantas portas, me levou ao teatro, ao musical e à televisão. Acabei fazendo duas peças teatrais só porque sabia sapatear, de figurante passei à atriz principal, o canto me levou a formação de um grupo musical em que fazíamos constantes shows e algumas apresentações na televisão. Eu subi ao palco 77 vezes com a dança, 39 com o teatro e 8 vezes com a televisão.
Eu construí uma nova família, conheci pessoas que se fizeram essenciais durante a minha trajetória e crescimento. Os ensinamentos que aprendia e vivenciava com a dança foram de suma importância para a minha vida, ela é a única coisa boa que sempre esteve comigo, que eu nunca deixei de gostar. Foram tantas histórias dentro daquele ballet que não há como descrever, bons tempos que eu levo comigo aonde for.
Eu dançava no mínimo seis horas diárias por ano, com apenas um mês de férias. Meus amigos estavam viajando, curtindo e aproveitando, mas quem diz que eu não fiz o mesmo? Foi apenas uma maneira diferente de concretizar isso.
Em 2003 eu me formei como bailarina, foi o meu sonho se tornando realidade, dancei um repertório que eu sempre amei, Farry Doll, um pax de troux aonde eu era a bonequinha e dois palhaçinhos disputavam o amor dela. Treinei exaustivamente, tive que emagrecer muito, meus pais tiveram que investir dinheiro que não tinham, foi um presente em que toda a minha família cooperou e prestigiou o resultado posteriormente. No dia, estavam todos presentes, o ensaio foi horrível, eu estava muito nervosa e morrendo de medo, eu sempre esperei por aquele dia, dancei chorando de emoção, não conseguia ver ninguém na platéia, apenas a minha diretora na cabine por meio de uma luzinha, depois de brigar muito comigo, ela estava sorrindo orgulhosa de mim e pela minha apresentação. Foi muito gratificante ouvir meu nome no final do espetáculo, recebi o diploma e abracei fortemente a minha diretora agradecida pela confiança que depositou em mim, meus pais me olhavam com um sorriso de orelha a orelha, agradeci fazendo reverência até o chão e eles me abraçaram juntos, mais uma vez a dança conseguiu unir minha família, por apenas um instante, mas que para mim, durou uma eternidade.
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
.Eventos.
Show do Natiruts
Aconteceu no dia 6 de outubro no Estância Alto da Serra a gravação do DVD Natiruts Reggae Power. E eu como uma “fã de carteirinha” da banda, não pude perder este evento e estive lá marcando presença.
A banda que era prevista tocar à 12h entrou no palco somente às 3h da manhã devido a problemas técnicos. Mas fez um show excelente que uniu milhares de fãs. Agora ficamos todos aguardando o tão esperado DVD.
Aconteceu no dia 6 de outubro no Estância Alto da Serra a gravação do DVD Natiruts Reggae Power. E eu como uma “fã de carteirinha” da banda, não pude perder este evento e estive lá marcando presença.
A banda que era prevista tocar à 12h entrou no palco somente às 3h da manhã devido a problemas técnicos. Mas fez um show excelente que uniu milhares de fãs. Agora ficamos todos aguardando o tão esperado DVD.
domingo, 23 de setembro de 2007
.Esporte.
Campeonato Brasilero
Campeonato Brasileiro e o jogo é Palmeiras e Corinthians sabemos que é clássico!!
E por ser um grande jogo,afinal são rivais des que eu me conheco por gente o jogo não poderia ser melhor.
Entao combinamos de ir assistir em um barzinho(ate porque o estádio,nos dias de hoje seria muito perigoso,como disse no post passado as pessoas ainda não aprenderam a torcer sem violência) e o no barzinho o clima não podeira ser melhor.
Logico que na mesa ao lado tinha um torcedor corinthiano e as piadinhas logo começaram,mas a partir do gol do zagueiro Nen parecia não ter mais corinthiano ali,parecia que estavamos no meio da torcido do palmeiras.
Clássico que é clássico e mais uma vez o palmeiras ganho,mas quero da proximo vez ve meu time ganhando junto da torcida no Parque Antártica =]
Campeonato Brasileiro e o jogo é Palmeiras e Corinthians sabemos que é clássico!!
E por ser um grande jogo,afinal são rivais des que eu me conheco por gente o jogo não poderia ser melhor.
Entao combinamos de ir assistir em um barzinho(ate porque o estádio,nos dias de hoje seria muito perigoso,como disse no post passado as pessoas ainda não aprenderam a torcer sem violência) e o no barzinho o clima não podeira ser melhor.
Logico que na mesa ao lado tinha um torcedor corinthiano e as piadinhas logo começaram,mas a partir do gol do zagueiro Nen parecia não ter mais corinthiano ali,parecia que estavamos no meio da torcido do palmeiras.
Clássico que é clássico e mais uma vez o palmeiras ganho,mas quero da proximo vez ve meu time ganhando junto da torcida no Parque Antártica =]
.Livros.
QUEM MEXEU NO MEU QUEIJO?
SPENCER JOHNSON
O livro é uma parábola que retrata a vida, suas mudanças e os objetivos, representados pelos queijos, que muitos buscam.
A história se passa em um "labirinto", local onde ocorrem as buscas incessantes pelos seus objetivos. Seja no emprego, na família ou mesmo nos relacionamentos pessoais. É uma analogia ao cotidiano do ser humano, sujeito a mudanças inesperadas.
As personagens são os ratos Sniff e Scurry e os duendes Hem e Haw, personagens esses que retratam diferentes características dos seres humanos. Em alguns momentos o homem pode agir como Sniff, aquele que percebe rápido as mudanças. Ou então, como Scurry, que sai em atividade, é mais pró-ativo. Ou Hem, um dos duendes, que não aceita as mudanças, resistindo a elas e pensando sempre que algo pior pode acontecer. E finalmente Haw, que adapta-se em tempo a nova realidade e acredita que as mudanças podem levar a algo melhor.
“A vida não é um corredor reto e tranqüilo que nós percorremos livres e sem empecilhos, mas um labirinto de passagens, pelas quais nós devemos procurar nosso caminho, perdidos e confusos, de vez em quando presos em um beco sem saída”.
A mensagem do texto apresenta as mudanças as quais todos estão sujeitos, e que devemos estar preparados para elas. Não devemos nos acomodar diante das situações e sim procurar caminhos que nos levem a realização de nossos objetivos.
SPENCER JOHNSON
O livro é uma parábola que retrata a vida, suas mudanças e os objetivos, representados pelos queijos, que muitos buscam.
A história se passa em um "labirinto", local onde ocorrem as buscas incessantes pelos seus objetivos. Seja no emprego, na família ou mesmo nos relacionamentos pessoais. É uma analogia ao cotidiano do ser humano, sujeito a mudanças inesperadas.
As personagens são os ratos Sniff e Scurry e os duendes Hem e Haw, personagens esses que retratam diferentes características dos seres humanos. Em alguns momentos o homem pode agir como Sniff, aquele que percebe rápido as mudanças. Ou então, como Scurry, que sai em atividade, é mais pró-ativo. Ou Hem, um dos duendes, que não aceita as mudanças, resistindo a elas e pensando sempre que algo pior pode acontecer. E finalmente Haw, que adapta-se em tempo a nova realidade e acredita que as mudanças podem levar a algo melhor.
“A vida não é um corredor reto e tranqüilo que nós percorremos livres e sem empecilhos, mas um labirinto de passagens, pelas quais nós devemos procurar nosso caminho, perdidos e confusos, de vez em quando presos em um beco sem saída”.
A mensagem do texto apresenta as mudanças as quais todos estão sujeitos, e que devemos estar preparados para elas. Não devemos nos acomodar diante das situações e sim procurar caminhos que nos levem a realização de nossos objetivos.
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