A falta de planejamento de crise da TAM coloca bologna na mira de todos os que buscam respostas para a tragédia
Marco Antônio Bologna é o atual presidente da TAM e vem sofrendo pressões de quatro grupos distintos desde a tragédia com o Airbus no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.
As famílias das vítimas não o suportam e acham que a culpa da tragédia é de Bologna. Os pilotos da companhia reivindicam por menor tempo de trabalho e salários maiores, os quais segundo eles, deveriam estar no mesmo patamar que os da concorrente GOL. Os membros do Governo e do Congresso não o aprovam, e tentam provar que a culpa pelo acidente é da TAM. E os acionistas julgam incorreta a forma com que Bologna direcionou a crise.
Diante de tanta pressão o presidente da TAM foi obrigado a mudar sua rotina, tanto pessoal como profissional. Para não cair na depressão passou a correr cinco vezes por semana para estimular a produção de endorfina (hormônio que atua como antídoto contra depressão), e com ajuda profissional passou a tomar quatro comprimidos de um medicamento homeopático todos os dias, para diminuir o nervosismo e a insônia.
Com receio da fúria dos familiares e pessoas que se juntaram a eles por compaixão, ele, mal sai de sua residência e quando sai, vai direto para seu escritório no aeroporto de Congonhas onde intensificou seu horário de trabalho, aumentando suas reuniões diárias e ficando 3hs a mais das habituais.
Segundo o Conselho Administrativo da TAM, a crise se agravou pela incapacidade de comunicação de Bologna, algo que nunca fora percebido antes, mas agora com a companhia em crise é extremamente nítido. Um dos membros do Conselho ainda reforça que Bologna é um bom administrador, mas não tem aptidão para lidar com o público.
Essa falta de aptidão ficou ainda mais evidente na entrevista coletiva dada por ele à mídia, onde afirmou que a pista de Congonhas e o Airbus não tinham nenhuma responsabilidade pelo acidente, jogando toda a culpa no reverso pinado o que deixou implícito que a culpa era do piloto.
Além de levar um puxão de orelha de Maurício Amaro (filho do fundador da TAM), abriu espaço para opiniões e críticas do governo que queria tirar seu “corpinho” fora, e da opinião pública.
Agora a maior exigência do Conselho é a contratação de um novo porta-voz para a companhia, e logo após, a reforma no quadro de executivos. Depois dessas exigências feitas, a TAM contratou David Barioni, um dos principais executivos da concorrente Gol, o qual, de acordo com o Conselho deve suceder Bologna.
Marco Antônio Bologna é o atual presidente da TAM e vem sofrendo pressões de quatro grupos distintos desde a tragédia com o Airbus no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.
As famílias das vítimas não o suportam e acham que a culpa da tragédia é de Bologna. Os pilotos da companhia reivindicam por menor tempo de trabalho e salários maiores, os quais segundo eles, deveriam estar no mesmo patamar que os da concorrente GOL. Os membros do Governo e do Congresso não o aprovam, e tentam provar que a culpa pelo acidente é da TAM. E os acionistas julgam incorreta a forma com que Bologna direcionou a crise.
Diante de tanta pressão o presidente da TAM foi obrigado a mudar sua rotina, tanto pessoal como profissional. Para não cair na depressão passou a correr cinco vezes por semana para estimular a produção de endorfina (hormônio que atua como antídoto contra depressão), e com ajuda profissional passou a tomar quatro comprimidos de um medicamento homeopático todos os dias, para diminuir o nervosismo e a insônia.
Com receio da fúria dos familiares e pessoas que se juntaram a eles por compaixão, ele, mal sai de sua residência e quando sai, vai direto para seu escritório no aeroporto de Congonhas onde intensificou seu horário de trabalho, aumentando suas reuniões diárias e ficando 3hs a mais das habituais.
Segundo o Conselho Administrativo da TAM, a crise se agravou pela incapacidade de comunicação de Bologna, algo que nunca fora percebido antes, mas agora com a companhia em crise é extremamente nítido. Um dos membros do Conselho ainda reforça que Bologna é um bom administrador, mas não tem aptidão para lidar com o público.
Essa falta de aptidão ficou ainda mais evidente na entrevista coletiva dada por ele à mídia, onde afirmou que a pista de Congonhas e o Airbus não tinham nenhuma responsabilidade pelo acidente, jogando toda a culpa no reverso pinado o que deixou implícito que a culpa era do piloto.
Além de levar um puxão de orelha de Maurício Amaro (filho do fundador da TAM), abriu espaço para opiniões e críticas do governo que queria tirar seu “corpinho” fora, e da opinião pública.
Agora a maior exigência do Conselho é a contratação de um novo porta-voz para a companhia, e logo após, a reforma no quadro de executivos. Depois dessas exigências feitas, a TAM contratou David Barioni, um dos principais executivos da concorrente Gol, o qual, de acordo com o Conselho deve suceder Bologna.
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