quinta-feira, 4 de outubro de 2007

.Atualidade.

VIGILÂNCIA EPSISTÊMICA

Quando criança nossos pais nos ensinaram a ter certo “desconfiômetro” de tudo o que chegava a nós, e pelo que parece na fase adulta de nossas vidas nos esquecemos de colocar isso em prática.
Se acharmos que tudo o que ouvimos, lemos e assistimos for verdade, que nunca há segundas intenções do emissor, estaremos vivendo ingenuamente, o que trará sérias conseqüências para nossas vidas profissionais. Por isso é necessário desenvolvermos novamente esse “desconfiômetro”, que em uma expressão mais elegante é denominada “Vigilância Epsistêmica”, que nada mais é do que a preocupação em relação á todas as informações que chegam a nós por outros seres humanos, para que não sejamos enganados. Significa não acreditar em tudo, inclusive no que é dito em sala de aula. Certamente que devemos tomar cuidado com o conteúdo passado em sala de aula, mas daí dizer que nossas universidades não ensinam epstomologia, que é aquela parte da filosofia que nos propõe indagar o que é real, como diz o escritor dessa matéria que estou analisando, Stephen Kanitz, é demais. Seria muita falta de “Vigilância Epsistêmica” concordar com esse Senhor, pois eu e todos os meus colegas da universidade Metodista de São Paulo, curso de Relações Públicas, noturno, aprendemos isso no 1° semestre, na matéria de Filosofia coma nossa querida professora Suzi e continuamos a aprender em Sociologia no 2° semestre.
Porém tenho que concordar com o ponto de vista de Stephen Kanitz sobre a chamada “Era da Informação”. Na qual ele diz que discordar dos gurus que dizem que estamos vivendo a “Era da Informação”, pois em sua concepção estamos vivendo na “Era da Desinformação” de tanto lixo e “ruídos” sem significado científico que nos são transmitidos diariamente por blogs, chats, podcart e internet sem a menos “Vigilância Epsistêmica” de quem os coloca no ar.

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